REDAÇÃO

EDITORIA

Ingá
Licencianda em cinema na UFF, se dedica às atividades de crítica, pesquisa, curadoria, montagem e arte-educação. Atuou como oficineira nos projetos Fazer o mundo, fazendo vídeo, Inventar com a diferença e Vídeo nas Aldeias. Como curadora, organiza sessões de cineclube junto ao coletivo Catucá e à Aldeia Marakanã e participou da seleção de curta-metragens no XII Janela Internacional de Cinema do Recife. Desenvolve atualmente o projeto de pesquisa Saberes indígenas da imagem.

Juliano Gomes
Crítico e professor. Formado em Cinema, Doutorando (ECO-UFRJ). Lecionou na Pós-Graduação em Audiovisual na UNICHAPECO, além de cursos livres da na Vila das Artes (Fortaleza -2014), Academia Internacional de Cinema, Semana dos Realizadores e no Festival Fronteira (Goiânia). Faz concepção audiovisual de espetáculos de teatro e dança desde 2010. É performer em Help! I need somebody. Dirigiu os curtas … (2007) e As Ondas (2017). Programou a Sessão Cinética no IMS-RJ de 2008 a 2010, que retornou em setembro de 2016.

Raul Arthuso
Doutorando em Teoria, História e Crítica pela Universidade de São Paulo, é crítico de cinema, pesquisador, diretor, roteirista e editor de som. Escreve na Cinética desde 2011 e já teve textos publicados nas revistas Teorema, Taturana, Significação e no blog da editora Cosac Naify. Realizou os curtas-metragens Mamilos (2009), O Pai Daquele Menino (2011), Master Blaster, uma Aventura de Hans Lucas na Nebulosa 2907N (2013) e À Parte do Inferno (2015).

Victor Guimarães
Crítico, professor e programador. Escreve na Cinética desde 2012 e colaborou com revistas como Lumière, La Furia Umana, Senses of Cinema e Desistfilm. Co-programador do Cineclube Comum, integrou comissões de seleção no FestCurtasBH e no forumdoc.bh e foi curador das mostras Políticas do Cinema Moderno e Sabotadores da Indústria (Sesc Palladium/BH) e Argentina Rebelde (Caixa Cultural/RJ). Foi professor do Centro Universitário UNA (BH) e é doutorando em Comunicação Social pela UFMG.

 

AUTORES E AUTORAS

Andrea Ormond
Formada em Letras e Direito pela PUC-Rio, é escritora, além de curadora e crítica de cinema. Autora da trilogia de livros Ensaios de Cinema Brasileiro – Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI. Mantém desde 2005 o blog Estranho Encontro, exclusivamente sobre cinema brasileiro. Colabora na Folha de São Paulo, tendo participado das revistas Filme Cultura, Rolling Stone, Teorema e dezenas de coletâneas e catálogos de mostras. Na ficção publicou os livros Longa Carta Para Mila (2006) e Rainha (2017). Curadora da Curta Circuito – Mostra de Cinema Permanente.

Fabian Cantieri
Diretor, roteirista e crítico de cinema. Graduado em Cinema pela PUC-RJ (2009) e mestre em filosofia pelo IFCS (UFRJ). Escreve para a Revista Cinética desde 2010. Como curador esteve a frente do cineclube CinePUC durante 4 anos e atualmente organiza o cineclube Sessão Cinética no IMS-RJ. Como diretor e roteirista realizou os medias-metragens Balão Negro (2013), Carapebus (2011), Página 325 (2009), os curtas Black (2015), Yo La Tengo (2015) e o clipe O velho e o Mar (2016).

Felipe Leal
Crítico, poeta e doutorando em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com atuação interdisciplinar através de pesquisas entre imagens, literaturas, performances e problemas filosóficos referentes ao corpo. Tem textos publicados em sites e revistas de poesia (Torquato, Ruído Manifesto, Crua) e de cinema (Multiplot! e Cineplayers). Há seis anos atua como astrólogo. É paraibano.

Filipe Furtado
Ex editor das revistas Cinética e Paisá. Colaborou com publicações como Contracampo, Filme Cultura, Teorema, Cine Imperfeito, The Film Journal e Rouge. Mantém o blog Anotações de um Cinéfilo.

Hannah Serrat
Pesquisadora, crítica e realizadora de cinema. É doutoranda em Comunicação Social pelo PPGCOM/UFMG, onde também concluiu seu mestrado, interessada pelos modos de aparição e de enunciação dos povos periféricos no cinema brasileiro. Escreve para revistas e catálogos de mostras e festivais, e também colabora para a revista Rocinante. Foi uma das curadoras do FestCurtasBH e, em 2015, realizou Retalho, seu primeiro filme.

Julia Noá
Graduanda no Curso Superior do Audiovisual na ECA-USP, estuda as relações entre Glauber Rocha e as Artes Plásticas. Realiza uma iniciação científica de temática mesma. Também já realizou curtas-metragens e documentários como montadora e coprodutora.

Marcelo Miranda
Jornalista, crítico de cinema, pesquisador, debatedor, curador. Colaborador de diversas publicações impressas e virtuais, como as revistas InterlúdioContracampoFilme Cultura, Teorema e Revista de Cinema, os jornais Estado de São PauloFolha de S.Paulo, O Tempo, Estado de Minas e Valor e em catálogos de retrospectivas e festivais de cinema. Membro de comissões de seleção no FestCurtasBH, Festival de Brasília (2010), Indie, Kinoforum, Pachamama e Cinema Conquista. Co-organizador do livro Antologia: Revista de Cinema (1954-57/1961-64), que reúne críticas e ensaios publicados no influente periódico produzido em Belo Horizonte.

Pablo Gonçalo
Professor de cinema e audiovisual da UnB. Possui doutorado pela UFRJ e pela Universidade Livre de Berlim, quando foi bolsista do DAAD. Realizou mestrado na UnB, e atua como crítico, roteirista, curador e professor em diversas produtoras e instituições vinculadas à cena cinematográfica de Brasília. É autor do livro O Cinema Como Refúgio da Escrita: Roteiros e Paisagens em Peter Handke e Wim Wenders (Annablume, 2016). Possui artigos e ensaios publicados em revistas como La Furia Umana, Galáxias, Journal of Screenwriting e na Revista Brasileira de Estudos da Presença, entre outras.

Pedro Henrique Ferreira
Crítico, curador, diretor, roteirista e produtor de cinema. Formou-se pela PUC-RIO e concluiu o mestrado pela UFJF. Foi curador das retrospectivas “Miklos Jancsó – a dança da utopia”, “Paisagens do Rio de Janeiro: a poética de David Neves”, “O Faroeste Vermelho” e “Imaginários Cariocas”. É sócio-fundador da Dilúvio Produções. Dirigiu o longa-metragem universitário Mergulho e os curtas-metragens Anotações em Novembro, Walter e Solombra.

Rodrigo de Abreu Pinto
Iniciou atividade cineclubista em unidades socioeducativas da sua cidade natal, Recife. Formou-se em Filosofia pela USP, onde criou o coletivo_233 de cinema e experimentação junto a outros estudantes da FFLCH. Realizou mostras de cinema em salas como o Cine Humberto Mauro e o Centro Cultural São Paulo. Escreveu para outros veículos como Cinefestivais, Janela e Zagaia. Atualmente mora no Rio de Janeiro. Outras coisas aqui.